sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Pobre homem que eu sou!

Quando eu penso que "estou de pé", aí é que eu devo me cuidar para não cair na rotina.....de todo dia olhar as coisas apenas através daquilo que é conveniente pra mim.
Esses dias têm sido difíceis...talvez, aliás, com certeza, por conta das minha próprias limitações e da minha ansiedade.
Faço coisas que penso serem certas, até normais. E de repente, vejo que não estavam certas, nem tampouco normais. Estavam erradas! Totalmente desvirtuadas de qualquer senso de atenção e cuidado.

A única coisa que eu queria poder dizer é: "estou em paz comigo mesmo". Não aquela paz "passiva", que me faz calar tudo que me inquieta e me atrapalha, em prol de uma tranquilidade apenas aparente. Se eu pudesse dizer para mim mesmo sobre essa paz, talvez eu tivesse menos problemas em "fazer funcionar" tudo que Deus pôs na minha vida "prá" funcionar.

Pobre homem...pobre eu...pobre visão de que sou pobre. Só pela minha própria culpa.


Tomara que isso mude.

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