sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A cor de certos olhos... (parte II)


"Aonde quer que eu vá, levo você no olhar...

Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá..."

Assim você não vai me convencer...


"— Mais uma vez, posso?
— Por que?
— Porque eu não quero ficar longe de você!
— Mas desse jeito? Nem parece. Ce tá falando sério?
— Sim. Venha aqui que eu posso te mostrar.
— ....."

Tudo bem que pode não ser muito agradável ser sincero com todo mundo a qualquer custo, não é?

Mas você não vai me negar que é essencial ter sinceridade consigo mesmo. Até mesmo pra passar a imagem de quem não se é.

Palavras e palavras. Nada mais. Nós precisamos de mais. Eu até já me propus a isso, talvez não com tanta clareza como gostaria. Mas não posso deixar que as coisas saiam do meu controle. Por isso estão assim ainda. Você aí e eu aqui. Madrugada fria e distante. Sono leve, pesado e infinito. Luz que cega sem brilho. Calor que gela.

Pronto. É isso que eu vejo. Dois caminhos e uma solução: esperar o amanhã. Que pode, inclusive, ser como você e eu planejamos. Ou pode, porém, ser cinza, meio amarelado, quente demais pra aguentar. Sufocante.

Tomara que essas palavras escritas e ao mesmo tempo jogadas ao vento não me afastem de você. Que você não se afaste de mim pelo simples medo de que eu passe a gostar um pouquinho a mais de você. Isso sim, tamanha bobagem: esperar pra ver o sol, se podemos ver a Lua juntos, mesmo distantes.

Você me acompanha? Eu não sou quem você está pensando... mas também não sou tão bonzinho assim, viu?

Como dizem por ai: é perigoso viver no meio do fogo cruzado. É melhor ser esconder. Ou se proteger. Venha!! Isso eu faço por nós dois. Basta você querer.

Hoje, tenha um bom dia. Estou chegando pra te ver. Mas não tente entender os motivos do meu estado de espírito, porque isso já ficou pra trás faz tempo, tá bom?

Um último detalhe: você se lembra daquela flor que eu quase te dei? Ela pode estar tentando te encontrar ainda.

PS.: "Sem sorrisinhos, por favor!!"

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Isso mesmo. Hoje não.


Só leia novamente o título desse post inútil!

Tá pensando no pq desse título? Não? Poderia pensar um pouco, não é mesmo?

Por favor, olhe pra mim e não me diga que eu vou ter que ir dormir novamente cansado de mim mesmo. Que mais um dia se passou extraordinariamente bem e que em apenas 5 minutos, eu me fiz perder o meu próprio entusiasmo. Não!!!!!!!!! Não é possível!?!?

Tá!! Tá bom, já te entendi. Você quer ser o centro das atenções, não é mesmo?

Ok, não vou disputar nada com você. Mas por favor, entenda que hj "there is no message available"!!!!

See ya later!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A cor de certos olhos...



Quando alguém entra e se fixa na cabeça e o recíproco não acontece, ocorre uma das piores e mais alarmantes descobertas de nossa vida: o amor é sentimento sim, e não se controla por si mesmo. Todas as tentativas de prendê-lo em paradigmas fixos se esvai no simples brilho dos olhos....talvez verdes, azuis, castanhos, não importa. E a dor que provém desse fato acontece pela mera incapacidade de se levantar sem as mãos do amor que se abandona. O que conforta é saber que querendo ou não o tempo passa e novos amores como esse acontecerão. Sempre.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Novamente. Ele e ela.


Incrivelmente desnecessária a repetição que eu faço agora: me vejo totalmente envolto numa mistura de vontades e freios, num rodomoinho de espaços e atalhos, num avesso de querer e sempre poder! Repetição desnecessária, mas que abre caminhos.

Talvez, fiquem mais claras minhas idéias se eu disser que eles estão de volta. Mais precisamente, ele e ela. Amor e saudade. Acompanhados de seus amigos inseparáveis e indissociáveis. Impulso e medo.

Bem, repetir todas as minhas idéias sobre eles seria pura perda de tempo. O que faço aqui é apenas me lembrar de que a inconstância dos meus dias pode ter resultados inesperados. Sei também que quilômetros e mais quilômetros me arrancam toda a certeza que eu planto em mim e que cresce forte mas "morre" irremediavelmente.

Como eu disse, os impulsos vem e vão mesmo. Não há remédio. Talvez, um pouco da sua atenção para o que vem acontecendo aqui dentro fizesse um pouco de diferença.

Mas, se lembra das minhas palavras acerca do "Eu sou o Mensageiro"? Então, voltando a elas, gostaria de apenas de te pedir para que você creia em amores impossíveis e em rosas dadas sem querer. Quero que você se abra para mim, sem se fechar pra você. Assim como Audrey O'Neill, quero que você me ame, mas sem me perder. Aliás, não tenha muito medo. Apenas seja firme. Em tudo. No amor. E na saudade.