sábado, 6 de junho de 2009

Mutação.


Mutação: é o que tem acontecido. Não só em mim, mas também em muitas coisas, pessoas, ideias, lugares e paradigmas.

Há pouco tempo, pensar em amar era algo que soava bem, sabe? Soava como que alguma coisa do tipo "encantadora" ou "inebriante"...

Pois pra mim, a verdade é a de que isso está mudando. Não me pergunte muito qual o motivo. São apenas constatações de um coração já gasto por apenas 21 anos... muitos deles, amando e amado...muitos outros, longe disso...

Mutação... e você? Tem sofrido algumas? Tem olhado no espelho a cada manhã e visto uma pessoa igual? Melhor? Pior? Diferente, apenas?

Não quero me delongar. Apenas pensar na possibilidade de sofrermos mutações juntos. Em benefício um do outro.... nós dois. Isso mesmo. "Mutações mútuas"... que tal? Topa? Então me diz que sim e mude comigo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Insatisfeito....


Nossa!! Quanta poeira tem nesse lugar?! Parece que ninguém vem aqui há anos!!!!!!! Qual a última vez que eu passei aqui? Nem lembro...

Hoje, não vou me demorar, porque tenho que arrumar primeiro esta casa e só depois voltar a "receber os amigos"... os antigos e os novos, os amados e os nem tão amados assim...

Só queria registrar minha insatisfação comigo. Talvez, para você, pareça sem sentido. Mas só quem conhece a dor de não conseguir olhar por cima de si mesmo algumas vezes na vida sabe o que se passa... tomara que os dias passem, as histórias mudem, a presença se afirme e a caminhada prossiga (com "você", de preferência...).

Tudo por conta da minha insatisfação com os dias passados e "passandos"... e que, definitivamente, eles passem mesmo.

PS.: "Vendo o filme: Em busca do carinho perdido... (sem risinhos de canto de boca!!!!)"

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Bem maior...


Hoje eu só queria vir aqui deixar algumas coisinhas pra que eu mesmo pense um pouco e, se for possível, que você pense comigo...

Qual o tamanho das coisas que nos prendem uns aos outros? Qual a "intensidade" da estabilidade que "existe entre a gente"?

Talvez pensem alguns que isso é o que menos importa. Afinal, os momentos são feitos para serem vividos. Se serão lembrados, é outra história. O que "importa" é viver o agora, "se dane" inclusive quem nos proporciona estes bons momentos.

Eu não gosto de pensar assim. Sabe por que? Porque deve ser dada importância àquilo que realmente a tem. E dentre "as coisas" que tem esta importância está você. Mesmo que você e eu não sejamos adeptos de "demonstrações tão claras de afeto", sabemos que tal afeto de fato existe.

Então, concorda comigo que devemos saber contar a relevância que temos um para o outro? Concorda que devemos ser, a qualquer custo, aquilo que somos para o outro? Se não fosse por isso, talvez eu não estivesse aqui agora e nem você aí. Talvez não teria importância essa relação tão boa que existe entre pessoas que se gostam, apenas pelo gosto de gostar.

Enfim, vê-se que hoje eu nem estou tão inspirado e inspirativo como talvez você gostaria que eu estivesse. Mas o que acontece é que eu não sei viver muito bem sem esses seus olhos cor de céu, sem sua vontade de me dizer que eu não estou do jeito que você gosta. Se você gostar, é claro!!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A cor de certos olhos... (parte II)


"Aonde quer que eu vá, levo você no olhar...

Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá..."

Assim você não vai me convencer...


"— Mais uma vez, posso?
— Por que?
— Porque eu não quero ficar longe de você!
— Mas desse jeito? Nem parece. Ce tá falando sério?
— Sim. Venha aqui que eu posso te mostrar.
— ....."

Tudo bem que pode não ser muito agradável ser sincero com todo mundo a qualquer custo, não é?

Mas você não vai me negar que é essencial ter sinceridade consigo mesmo. Até mesmo pra passar a imagem de quem não se é.

Palavras e palavras. Nada mais. Nós precisamos de mais. Eu até já me propus a isso, talvez não com tanta clareza como gostaria. Mas não posso deixar que as coisas saiam do meu controle. Por isso estão assim ainda. Você aí e eu aqui. Madrugada fria e distante. Sono leve, pesado e infinito. Luz que cega sem brilho. Calor que gela.

Pronto. É isso que eu vejo. Dois caminhos e uma solução: esperar o amanhã. Que pode, inclusive, ser como você e eu planejamos. Ou pode, porém, ser cinza, meio amarelado, quente demais pra aguentar. Sufocante.

Tomara que essas palavras escritas e ao mesmo tempo jogadas ao vento não me afastem de você. Que você não se afaste de mim pelo simples medo de que eu passe a gostar um pouquinho a mais de você. Isso sim, tamanha bobagem: esperar pra ver o sol, se podemos ver a Lua juntos, mesmo distantes.

Você me acompanha? Eu não sou quem você está pensando... mas também não sou tão bonzinho assim, viu?

Como dizem por ai: é perigoso viver no meio do fogo cruzado. É melhor ser esconder. Ou se proteger. Venha!! Isso eu faço por nós dois. Basta você querer.

Hoje, tenha um bom dia. Estou chegando pra te ver. Mas não tente entender os motivos do meu estado de espírito, porque isso já ficou pra trás faz tempo, tá bom?

Um último detalhe: você se lembra daquela flor que eu quase te dei? Ela pode estar tentando te encontrar ainda.

PS.: "Sem sorrisinhos, por favor!!"

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Isso mesmo. Hoje não.


Só leia novamente o título desse post inútil!

Tá pensando no pq desse título? Não? Poderia pensar um pouco, não é mesmo?

Por favor, olhe pra mim e não me diga que eu vou ter que ir dormir novamente cansado de mim mesmo. Que mais um dia se passou extraordinariamente bem e que em apenas 5 minutos, eu me fiz perder o meu próprio entusiasmo. Não!!!!!!!!! Não é possível!?!?

Tá!! Tá bom, já te entendi. Você quer ser o centro das atenções, não é mesmo?

Ok, não vou disputar nada com você. Mas por favor, entenda que hj "there is no message available"!!!!

See ya later!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A cor de certos olhos...



Quando alguém entra e se fixa na cabeça e o recíproco não acontece, ocorre uma das piores e mais alarmantes descobertas de nossa vida: o amor é sentimento sim, e não se controla por si mesmo. Todas as tentativas de prendê-lo em paradigmas fixos se esvai no simples brilho dos olhos....talvez verdes, azuis, castanhos, não importa. E a dor que provém desse fato acontece pela mera incapacidade de se levantar sem as mãos do amor que se abandona. O que conforta é saber que querendo ou não o tempo passa e novos amores como esse acontecerão. Sempre.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Novamente. Ele e ela.


Incrivelmente desnecessária a repetição que eu faço agora: me vejo totalmente envolto numa mistura de vontades e freios, num rodomoinho de espaços e atalhos, num avesso de querer e sempre poder! Repetição desnecessária, mas que abre caminhos.

Talvez, fiquem mais claras minhas idéias se eu disser que eles estão de volta. Mais precisamente, ele e ela. Amor e saudade. Acompanhados de seus amigos inseparáveis e indissociáveis. Impulso e medo.

Bem, repetir todas as minhas idéias sobre eles seria pura perda de tempo. O que faço aqui é apenas me lembrar de que a inconstância dos meus dias pode ter resultados inesperados. Sei também que quilômetros e mais quilômetros me arrancam toda a certeza que eu planto em mim e que cresce forte mas "morre" irremediavelmente.

Como eu disse, os impulsos vem e vão mesmo. Não há remédio. Talvez, um pouco da sua atenção para o que vem acontecendo aqui dentro fizesse um pouco de diferença.

Mas, se lembra das minhas palavras acerca do "Eu sou o Mensageiro"? Então, voltando a elas, gostaria de apenas de te pedir para que você creia em amores impossíveis e em rosas dadas sem querer. Quero que você se abra para mim, sem se fechar pra você. Assim como Audrey O'Neill, quero que você me ame, mas sem me perder. Aliás, não tenha muito medo. Apenas seja firme. Em tudo. No amor. E na saudade.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Eu, uma espécie de mensageiro...

Há dias tenho pensado sobre a necessidade de mudar algo ao meu redor. Não se trata nem de um inconformismo rebelde com o "status quo" das coisas (remeto-me ao texto anterior deste site) tampouco uma inércia improdutiva, uma paralisia crônica. O que tenho pensado é sobre pequenas coisas que fazem diferença. Não apenas para mim. Principalmente para os outros: parentes, amigos, colegas, conhecidos...enfim, quem esteja próximo de mim em qualquer momento.

Sobre o assunto, estou lendo o livro "Eu sou o Mensageiro", de Markus Zusak, autor de A Menina que Roubava Livros. Os dois livros têm me ensinado que fazer a diferença nem sempre significa ser diferente e que eu posso tornar algumas coisas melhores para os outros. E isso acontece com gestos muitas vezes imperceptíveis. O simples gesto de olhar para um amigo e vê-lo como igual a mim faz dessa pessoa realmente igual. O gesto de ouvir alguém que precisa conversar diz à essa pessoa que eu estou disposto a ajudá-la, inclusive além das minhas possibilidades. Enfim, hoje vejo um pouco mais claramente que, na verdade, olhar para si e ver o mundo somente a partir de experiências individuais impede que sejamos humanos (no sentindo total da expressão: perfeito, completo, apto a crescer). E pior do que isso: muitas vezes, com nossas ações e omissões impedimos que os outros cresçam em si e para os outros. Resumidamente: fechar a si mesmo e impedir que o mundo nos veja traz para nós prejuízos imensuráveis: não nos conhecemos a partir dos outros e não nos deixamos conhecer!

Isto tudo aqui escrito se deve ao fato de que, sinceramente, eu queria que as amizades fossem sinceras! Tal paradoxo!! Na verdade, não deveriam (ou pelo menos não deveriam existir) amizades "meio-verdadeiras". Até porque o conceito de amizade está totalmente ligado à verdade, transparência, singeleza e não ao convencionalismo oportuno que existe hoje!

Enfim, apesar de incompleto e imperfeito, vejo-me como uma espécie de mensageiro. Não apenas de coisas visíveis e fáceis de se compreender. Mas mensageiro de algo tão importante e relegado como a amizade e a sinceridade.

Um pouco mais além da amizade, está o amor. Entenda-o como quiser. Mas esse sentimento-prática é assunto pra outra hora. Fica aqui, apenas uma prévia do que pode vir por aí: "Ela quer me amar, mas não quer me perder. - Ed Kennedy, sobre Audrey O'Neill".

sábado, 28 de junho de 2008

Não se preocupe!


Mania essa que temos de sempre querer entender o que se passa na nossa cabeça e na dos outros ou os motivos pelos quais as coisas acontecem, não é mesmo?

Acho que foi por isso que estou aqui. Tenho a certeza de que não nasci para ser compreendido e isso não faz de mim um ser estranho ou coisa assim, concorda? Ninguém, em sua essência, foi feito para ser compreendido completamente.

Muita coisa acontece sem ter motivos e, às vezes, quanto mais tentamos explicar o que move as coisas ao nosso redor, mais voltamos ao ponto inicial de tudo. E isso é inevitável! Não existe explicação para todas as coisas, não existe fundamento para tudo que vivemos! Às vezes vivemos, e isso basta!!

De um tempo para cá tenho me visto perplexo com minhas escolhas e não consigo chegar ao ponto inicial de todas elas. Talvez porque eu não esteja sabendo de onde tenho partido ultimamente ou, talvez, porque simplesmente elas devem mesmo acontecer sem que eu precise me desdobrar para entendê-las!

Aliás, me pergunto agora sobre o por quê disso tudo que escrevo. E novamente volto ao começo. A idéia é simples: estou aqui, pensando, escrevendo, tentando dizer algo que, na maioria das vezes, não pode ser objeto de palavras inúteis ou fundamentos vazios. Seria melhor se eu apenas seguisse um caminho menos atordoador e menos sacrificial comigo mesmo!!

O motivo dos meus próprios desejos, sentimentos e pensamentos não cabe a mim desvendar. Não cabe a mim prescrutar a origem de todas as minhas inquietações. Mesmo que sejam inúmeras, que elas venham, me alarmem internamente, mas que por misericórdia, não queiram encontrar em mim um ponto de explicação e abrandamento dessa vasta tempestade. Até porque, eu nem mesmo sei se esta tempestade está de fato acontecendo, ou se ela existe apenas para explicar novamente um pouco da vontade que eu tenho de me descobrir!

Isso tudo acontece irremediavelmente pelo fato de que somos humanos, irrequietos, incompletos, insatisfeitos, inacabados. Enfim, eu sou isso e a isso eu devo o que sou.

Por fim, mesmo que você não tenha entendido bulhufas do que leu, pense que você pode dizer a si mesmo o que, muito inteligentemente, alguém me disse esses dias: "tente se levar menos a sério e não se preocupe tanto com o que se passa com você!"

Enfim, acho que me fiz entender!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ela, de novo por aqui...


Pensei que não sentiria novamente isso que me bateu no peito exatamente agora. Estava quase certo de que esse burburinho aqui dentro era coisa do passado. É...verdade! "Pensei que estava livre de pensar em você!"

Mas quem diria!? Numa pergunta discreta, sutil e inteligente você me fez relembrar todas as vontades, todos os sentimentos e pensamentos que já passaram pela minha cabeça e que me levam a você!

Acho até que a sua vontade era mesmo a de me mostrar minha própria fragilidade e me fazer ver que eu estou perdendo esta luta.

Quando você diz: "vamos, não vai ter problema!", é aí que eu penso que você não pode estar falando noutra coisa que não seja na sua vontade de ficar perto de mim, perpetuamente, pelo menos por uma noite.

E quando você diz: "venha, você está demorando!!", eu me pego na minha falta de coragem de dizer realmente que você está certa! Que pode valer a pena viver esses minutinhos de amor desencadeado. E que pode valer a pena largar o mundo todo pra ficar com você!

Só mais uma coisa: quando for dormir, pense que eu estou aqui, longe. Mas bem pertinho de você!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Começou numa manhã fria...e aconteceu!

"Você aí!! Hei! Você mesmo!"
— Por acaso você gostaria de ouvir como é que começou uma história que já tem vários capítulos, dias, anos, alegrias, inclusive vidas? Então presta atenção..

"A gente tinha marcado de se encontrar a 'tal hora' em 'tal lugar'. E lá estávamos nós.
O tempo foi passando devagar, pois estávamos nervosos, a gente foi conversando, tudo muito tranquilo! Até que pintou a vontade de chegar mais perto dela... e acho que ela sentiu o mesmo, talvez, até há mais tempo que eu...
Senti que aquele era um momento decisivo pra que o restante do dia fosse bom. Ela me olhou com um ar de suspense, temendo a minha indiferença. Mal sabia ela que o gosto do beijo já estava em minha boca antes mesmo de beijá-la. Foi só uma questão de toque. De lábios. E de vidas, que dali em diante andariam juntas. Ora felizes, ora menos felizes, porém sempre juntas!

O primeiro beijo!!
Ela diz que foi o melhor de todos. Mas eu acho que bom mesmo é o próximo, desde que, ao invés de serem "dados", sejam "entregues", para que o outro faça dele o melhor que puder. E era sempre isso que acontecia. Entregávamos um ao outro nossos beijos diariamente, a qualquer hora. De manhã cedo, ao meio dia, de tardinha, vendo o pôr do sol juntos, e à noite, contemplando as sapecas das estrelas.

Aliás, que rosto de menina sapeca ela tem! E sempre que falo isso pra ela, lá vem esse rosto lindo olhar pra mim como quem diz: "você tem razão, sou sapeca mesmo!"

Nossa vida se completa há 4 anos! Muito tempo? Pouco? E aí, o que você acha? Me diga! Vamos! Pense nisso agora....você tem alguma pessoa em sua vida que você ama há mais de 4 anos? Não vale pensar na família. Pense em amigos, amigas, homens ou mulheres. É deles que eu falo. Sabe por que? Porque "não é bom que o homem esteja só" e abrindo uma brecha nisso tudo "também não é bom que a mulher esteja só", convenhamos né? É presente de Deus olhar pra alguém que você ama de coração e saber que essa pessoa também deseja você. Da forma como você é, não da forma como ela queria que você fosse!!

Bem...nós não vivemos intensamente juntos todos os dias, mas sempre que estamos juntos, aí sim, vivemos todos os dias intensamente!!

Caso você se sinta triste por não estar acompanhado, não fique assim, porque eu também era feliz quando não tinha a minha amada (só ela que não era, hehehe), só era feliz de uma forma diferente.

Talvez, daqui a pouco eu volto pra te contar mais. Agora deixe eu ficar um pouquinho junto dela, porque isso me faz bem, sabe?

terça-feira, 22 de abril de 2008

Verde mesmo, e lindo!


Um dia ela nasceu...tão linda..tão apaixonante....tão perfeita!
Um dia ela cresceu, como todos crescem. E ela se fortaleceu, da mesma forma como todos se fortalecem.

Ela era a combinação do amor incondicional com a paixão irracional. E a cada dia que passava, era impossível impedir que ela tomasse todos os espaços no coração do seu dono.
Adivinhe do que estou falando?

Não vá pelo óbvio, ela não se enquadra em padrões.

Estou falando do meu amor e paixão pelo meu time: Sociedade Esportiva Palmeiras!!!
Aposto que você nem pensou que fosse isso, não é mesmo?

É claro que não, porque isso não é mais comum hoje em dia. As crônicas e declarações de amor pelas equipes de futebol se tornaram raras, não obstante o futebol se manter no topo das paixões nacionais. Como dizia Nelson Rodrigues, um dos mais apaixonados torcedores do tricolor carioca:
“Cada um com a sua história, mas ao mesmo tempo peças de um mesmo quebra-cabeça, onde estarão para sempre eternizados, já que nós passaremos, mas o Fluminense não passará jamais...”

Palmeiras! Como é bom te amar! E não ser leviano em dizer isso!

Mesmo nos momentos mais difíceis, não hei de te abandonar! Porque sei que tua história é a mais bela e será para sempre única!

Palmeiras de tantas glórias e vitórias, títulos e mais títulos!

De Divindades à Santidades. De Ademar da Guia a Marcos. De torcedor a torcedor!!!
Sofro por ti, muito mais pelas vitórias do que pelas derrotas! E sei que sofres também, porque amas o amor de cada que anseia te ver brilhar!!

E que o tempo passe e você permaneça. Firme, lindo e verdejante, porque a força que te move é a mesma que me leva a te amar!!

Palmeiras, Palmeiras!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Complicado demais para não ser verdade...


— Era justamente isso que eu estava tentando te dizer: que eu estava com saudades. Esses dias não foram fáceis aqui, a essa distância toda.
— Poxa! Mas precisava complicar tanto assim? Bastava dizer "aquelas palavras"...
— É! Eu sei. Mas você não me deixa falar! Só você que fala, fala, fala...
— Ah, deixa isso pra lá vai....Essa semana pra mim também não foi das mais fáceis. Como eu tive vontade de que vc estivesse aqui pra eu deitar no seu colo e me acalmar....
— .................................
— Você vai ficar aí calado, sem dizer nada?
— Eu me distraí, mas ouvi o que você disse...tive a mesma vontade esses dias. Maldita distância!!
— É verdade! Será que um dia isso vai acabar?
— Espero que sim né? Estou lutando pra isso realmente acontecer.
— Mas enfim, você vai ou não me dizer "aquelas palavras"??
— Não sei, eu gostaria de poder dizê-las. Mas não me sinto bem pra isso. Talvez as coisas não estejam tão bem assim...
— Poxa amor, você não vai me deixar dormir sem me dizer, vai?
— Ainda não sei. Eu também tenho dormido assim há dias. Você acha que pra mim não faz diferença?
— .................................
— Tá bom. Percebi aonde você quer chegar. Já está tarde, ne? Acho melhor irmos dormir.

Pena que não será junto um do outro, apenas mais uma vez...

Meu, para quem dele precisar...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Cogito ergo sum


Juris praecepta sunt haec honeste vivere, alterurm non laedere suum cuique tribuere.